Trava-língua

O rato roeu a roupa do rei de Roma,
O rato roeu a roupa do rei da Rússia,
O rato roeu o rabo do rodovalho…
O rato a roer roía.
E a Rosa Rita Ramalho
Do rato a roer se ria!

Pedro tem peito preto,
O peito de Pedro é preto;
Quem disser que o peito de Pedro não é preto,
Tem o peito mais preto do que o peito de Pedro.

No vaso tinha uma aranha e uma rã.
A rã arranha a aranha,
A aranha a rã.

Arara é da Iara.
Iara amarra
A arara rara,
A rara arara
De Araraquara.

música 03

Tem um tatu-peba
Com sete tatu-pebinha.
Quem destatupebá ele,
Bom destatupebador será.

Paulo Pereira Pinto Peixoto,
Pobre pintor português,
Pinta perfeitamente
Portas, paredes e pias,
Por pouco preço, patrão

Quando toca a retreta
Na praça repleta,
Se cala o trombone
Se toca a trombeta.

 

A rata roeu a rolha
Da garrafa da rainha

Olha o sapo dentro do saco,
O saco com o sapo dentro,
O sapo batendo papo,
E o papo soltando vento

Lá vem o velho Felix,
Com um fole velho nas costas;
Tanto fede o velho Felix
Como o fole do velho Felix fede.

– Alô, o tatu taí?
– Não, o tatu num tá.
– Mas a mulher do tatu tá?
Tanto é o mesmo que o tatu tá

Abadalado
Ababadado
Ababelado
Abobadado

O Juca ajuda:
Encaixa a caixa,
Agacha, engraxa.

Atrás da pia tem um prato,
Um pinto e um gato.
Pinga a pia, apara o prato,
Pia o pinto e mia o gato.

O caju do Juca,
E a jaca do cajá,
A jacá da Juju,
E o caju do Cacá.

Aranha, ararinha,
Ariranha, aranhinha.

Tecelão tece o tecido
Em sete sedas de Sião.
Tem sido a seda tecida
Na sorte do tecelão.

Quero que você me diga
Sete vezes encarrilhado,
Sem errar, sem tomar fôlego,
– Aranha arranhando a jarra
e o sapo socando o saco.

Quando digo “digo”
Digo “digo”, não digo “Diogo”;
Quando digo “Diogo”,
Digo “Diogo”, não digo “digo”.

Três pratos de trigo
Para três tigres tristes.


 

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