Visitadores do PIM/PIA participam de capacitação sobre a Rede Amamenta Brasil

Visitadores do PIM/PIA participam de capacitação sobre a Rede Amamenta Brasil

 

Visitadores e Assessoras do Primeira Infância Melhor/ Primeira Infância Alegre participaram de capacitação sobre a Rede Amamenta Brasil – estratégia do Governo Federal, em parceria com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, que integra e se articula aos demais componentes da Política Brasileira de Promoção, Proteção e Apoio ao Aleitamento Materno, como a Iniciativa Hospital Amigo da Criança, a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano e outras ações da Política.

Com o apoio das Assessoras Adriana Paz e Patrícia Pereira, foram capacitadas as equipes de Visitadores do PIM PIA que atuam no Quilombo do Areal, Safira Nova e Loteamento Santa Teresinha, com o objetivo com o objetivo de qualificar suas práticas de apoio, orientação e incentivo às nutrizes destas Comunidades. As responsáveis pela capacitação foram as tutoras enfermeira Nilza e nutricionista Simone, da Unidade Básica de Saúde Modelo. A iniciativa foi uma proposta da assistente social Margarete, durante a Reunião de Rede no Centro de Referência da Assistência Social – CRAS/Centro.

Os participantes, à partir de suas experiências pessoais e profissionais com a amamentação (como Visitadores, filhos e pais), puderam compartilhar suas ideias e práticas e explorar os mitos populares e práticas familiares mais comuns, com muita naturalidade e espaço para as dúvidas serem esclarecidas.

Além disso, recursos como a apresentação de slides, os protótipos de mamas e da boneca “Duda”, permitiram aos Visitadores compreenderem que o aleitamento materno (AM) é a estratégia que, isoladamente, é mais eficaz na redução da mortalidade infantil, podendo evitar 13% das mortes por causas preveníveis em crianças menores de 5 anos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o UNICEF, o aleitamento materno exclusivo salva, por ano, cerca de 6 milhões de crianças. A OMS recomenda que o aleitamento materno deve ser exclusivo nos primeiros seis meses de vida do bebê e complementado com outros alimentos adequados até os dois anos ou mais.

Esta iniciativa permite traçar ações mais pontuais junto às nutrizes de cada comunidade, potencializando uma olhar mais cuidadoso e sensibilizado dos Visitadores sobre cada realidade e práticas mais qualificadas e articuladas à rede de apoio.


 

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