Comunidades Tradicionais

PIM64

O Primeira Infância Melhor (PIM) nas Comunidades Tradicionais, objetiva potencializar a cultura e as experiências familiares, promovendo ações que buscam o desenvolvimento integral de suas crianças, adequando ações metodológicas, conteúdos e atividades desta Política à realidade cultural local, através das modalidades de Atenção dirigidas a esses grupos. As populações que vivem em um meio socioeconômico desfavorável, carregam em si formas culturais relacionadas aos conflitos, à resistência, à rejeição, à exclusão, trazidas do seu passado histórico e de suas vivências culturais. As ações do Primeira Infância Melhor buscam auxiliar na inclusão social e superação destas características de vulnerabilidade e risco social, e a potencializar o direito da infância de participar de estratégias de prevenção e redução da violência, da mortalidade infantil, da repetência e da evasão escolar.

Segundo o Censo da População Indígena de 2015, o Estado do Rio Grande do Sul possui 60 municípios com área indígena, das etnias Kaingang e Guarani, no total da população de 22074 indivíduos, sendo 2848 população infantil menor de 6 anos. Ao longo da sua história, o PIM atendeu, em Comunidades Indígenas, 607 famílias, 41 gestantes e 1200 Crianças.

A Federação das Associações das Comunidades Quilombolas do Rio Grande do Sul informa que existem mais de 130 comunidades quilombolas em território gaúcho. Ao longo da sua atuação, o PIM já atuou em 19 Comunidades Quilombolas, atendendo 198 famílias, 54 gestantes e 318 crianças menores de 6 anos. É possível identificar algumas regiões com grande concentração de quilombos rurais no estado, como no litoral, municípios de São José do Norte, Mostardas, Tavares e Palmares do Sul. Na região central, municípios de Restinga Seca, Formigueiro e entorno e a Serra do Sudeste, a oeste da Laguna dos Patos. A região metropolitana de Porto Alegre abriga pelo menos seis quilombos urbanos.

As ações do Primeira Infância Melhor buscam auxiliar na inclusão social e superação destas características de vulnerabilidade e risco social, e a potencializar o direito da infância de participar de estratégias de prevenção e redução da violência, da mortalidade infantil, da repetência e da evasão escolar.


 

3 Comentários

  1. Gostaria muito de fazer esse curso

  2. eu não to conseguindo fazer esse curso

  3. quero muito fazer este curso pode ser?

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