PIM participa de lançamento da Frente Parlamentar pela Primeira Infância

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O secretário adjunto da Secretaria Estadual da Saúde (SES) e atual coordenador do Programa Primeira Infância Melhor (PIM), Francisco Paz, participou do lançamento da Frente Parlamentar “Mães Empoderadas, Pais Participativos, Primeira Infância Respeitada”, na Assembleia Legislativa, na manhã dessa segunda-feira (14). O PIM é parceiro na formulação de propostas da Frente Parlamentar, que tem por objetivo criar a Rede Estadual pela Primeira Infância.

Francisco Paz lembrou que o Rio Grande do Sul é referência na formulação da Política Nacional Integrada para a Primeira Infância, o chamado Marco Legal, sancionado em 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Segundo ele, “sua implementação no RS vai reafirmar ainda mais o PIM como programa prioritário, com preferência no recebimento dos recursos do Tesouro do Estado”.

“Sabemos que, por trás de um bebê ou uma criança com direitos respeitados, está uma mulher empoderada e um pai que participa”, disse a deputada estadual Manuela D’Ávila, coordenadora da Frente Parlamentar.

O Estado foi pioneiro na implantação de um programa voltado para a melhoria da qualidade do desenvolvimento na Primeira Infância. Criado em 2003, o PIM conta com visitadores nos municípios, que acompanham as famílias e suas crianças desde a gestação até os seis anos de idade. Atualmente, o PIM é reconhecido no país e no exterior como experiência exitosa. São mais de 51,9 mil famílias atendidas, 57,1 mil crianças e 7,7 mil gestantes em 246 municípios. Além disso, o programa tornou-se Política Pública de Estado e influenciou na formação da Frente Parlamentar da Primeira Infância na Câmara de Deputados, em funcionamento desde 2011.

Participaram do lançamento o deputado federal Osmar Terra, coordenador da Frente Parlamentar federal pela Primeira Infância, o secretário estadual da Educação, Vieira da Cunha, representantes da reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), da Defensoria Pública, Organizações Não Governamentais (ONGs), entidades e parlamentares estaduais e municipais.

Fonte: SES


 

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