Fui no tororó Beber água, não achei; Achei bela morena Que no tororó deixei. Aproveita, minha gente, Que uma noite não é nada. Se não dormir agora, Dormirá de madrugada. Dona (nome da pessoa), Ó dona (diminutivo), Entrarás na roda, Ficarás sozinha! Sozinha eu não fico, Nem hei de ficar, Porque tenho (nome da pessoa), Para ser meu par. Põe aqui o teu pezinho, Bem juntinho ao pé do meu. E, depois, não vá dizer Que teu pai se arrependeu. Eu passei por tua porta, Um cachorro me mordeu. Não foi nada, não foi nada! Quem sentiu a dor fui eu.

Formação: Dispor as criança em roda, deixando uma delas ao centro e as outras, de mãos dadas.

Maneira de brincar: A roda gira, Maneira de brincar: cantando as três primeiras quadras, e para. A criança do centro, cujo nome foi citado, canta sozinha a quarta quadra e, ao mencionar o nome de uma companheira, coloca-se à sua frente. Todas cantam a quinta quadra, batendo palmas no ritmo da melodia, enquanto as duas dão a mão direita, estendem a perna direita para a frente e, firmando o calcanhar no chão, elevam a ponta do pé, que vai percorrer um arco imaginário, tocando o chão várias vezes ao chegar a cada uma das extremidades desse arco. Na quadra final, as crianças da roda continuam batendo palmas enquanto as duas pulam, ora num pé, ora noutro, estendendo as pernas, alternadamente, para a frente. A criança escolhida substitui a que está no centro.