Festa Junina do PIM de Porto Alegre

18/06/2007

Foto: Luciano Lanes / PMPA

Festa foi realizada no salão paroquial da igreja Menino de Deus

Famílias da Ilha das Flores têm festa junina

Famílias atendidas pelo Programa PIM-PIÁ, na Ilha das Flores, em Porto Alegre, tiveram hoje, 18, uma tarde de diversão na festa junina organizada especialmente para elas no Salão Paroquial da Igreja Menino de Deus.

Representante da Secretaria Municipal de Educação (Smed) no programa, Carmem Lúcia Gomes destaca que o trabalho na Ilha das Flores teve início em janeiro deste ano, beneficiando 50 famílias. “A idéia é ajudar as famílias a cuidarem melhor dos seus filhos. Sugerimos brincadeiras, contação de histórias, recorte e pintura, entre outras atividades”, relata Carmem.

No início da festa, as famílias receberam a visita do secretário estadual da Saúde, Osmar Terra que fez a entrega simbólica do novo Guia da Família, material com orientações para ajudar a estimular e acompanhar o desenvolvimento de crianças na faixa etária dos zero aos seis anos. Crianças nesta faixa etária e gestantes estão no foco do programa, que visa garantir o desenvolvimento integral da criança por meio da orientação às famílias.

Participando há três semanas das reuniões semanais do PIM-PIÁ no salão paroquial, a dona de casa Márcia da Silva Bitencourt, 32 anos, já percebe avanços no comportamento do filho Cassiano Roberto, 6. “Ele não conseguia se relacionar com as outras crianças. Brigava muito. Agora, está mais desenvolvido, aprendendo a fazer letrinhas”, contou.

 PIM-PIÁ

Porto Infância Alegre (PIÁ) é o nome dado pela Prefeitura de Porto Alegre ao Programa Primeira Infância Melhor (PIM) do Governo do Estado. No âmbito da Prefeitura de Porto Alegre, o PIM-PIÁ vem sendo desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação (Smed), pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e pela Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc), garantindo atendimento a 1.325 famílias dos bairros Mario Quintana, Restinga e da região das ilhas.

No caso de gestantes e famílias com crianças de zero a três anos, os visitadores do programa vão até as casas para dar as orientações e fazerem as avaliações. As demais famílias recebem as orientações, em encontros semanais, em um local cedido pela comunidade. Em ambos os casos, há um diagnóstico inicial de cada família e criança, para posterior orientação e avaliação periódica tendo em vista as necessidades e as fases de desenvolvimento da criança.