A ciência comprova que a primeira infância é uma janela de oportunidades única para o indivíduo exercer todo o seu potencial. Neste contexto, a proteção é essencial: problemas graves logo nos primeiros anos de vida, como violência familiar, negligência e desnutrição, interferem no desenvolvimento saudável do cérebro.

Como se trata de um cenário complexo e multifatorial, para alcançar a atenção completa à primeira infância, é preciso integrar diversos setores, como saúde, educação, cultura, assistência social, direitos humanos e outros. A ação intersetorial propõe uma lógica para esta integração que potencializa recursos humanos e financeiros usando estratégias conjuntas de gestão.

O Ministério da Saúde, em parceria com os Ministérios do Desenvolvimento Social, da Educação e da Cultura, produziu este guia destinado aos gestores e servidores públicos de áreas correlatas à infância. O texto destaca a importância da intersetorialidade para nortear e executar as políticas públicas voltadas à faixa etária do nascimento aos seis anos e aponta os desafios para estabelecer redes de assistência integral eficazes, em especial às populações mais vulneráveis.

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Fonte: Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal